GPA ficará “mais leve” sem Extra Hiper e sairá da “defensiva”, diz presidente

Segundo Faiçal, com o acordo com o Assaí, o GPA vai abrir 100 lojas Pão de Açúcar nos próximos três anos no país

Vista da fachada de loja do GPA, em São Paulo.
Vista da fachada de loja do GPA, em São Paulo. 28/6/2011. REUTERS/Nacho Doce

Alberto Alerigi Jr.da Reuters

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A desistência do GPA do formato de hipermercados e A venda das principais lojas da bandeira Extra Hiper para o Assaí dará à empresa recursos para ser mais ágil e acelerar crescimento no varejo alimentar físico e digital, disse o presidente do GPA, Jorge Faiçal, nesta sexta-feira (15).

O GPA anunciou na noite da véspera acordo de R$ 5,2 bilhões com o Assaí no qual vende 71 das 103 lojas Extra Hiper e abandona a bandeira criada há 36 anos.

“Teremos uma empresa que deixará de trabalhar na defensiva e partirá para o ataque, trabalhando suas fortalezas”, disse Faiçal em teleconferência com analistas, referindo-se à bandeira Pão de Açúcar.

Segundo ele, com o acordo com o Assaí, o GPA vai abrir 100 lojas Pão de Açúcar nos próximos três anos no país e 100 lojas do formato de proximidade Minuto Pão de Açúcar.

Faiçal não fez projeções sobre a margem Ebitda do grupo após a transformação, mas afirmou que espera que a transação com o Assaí “traga margem Ebitda significativamente mais alta”.

Durante a teleconferência, o presidente do GPA disse que a empresa também está abandonando o formato de drogarias no país.

 

 

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