Mercado entende que política fiscal expansionista é populismo, diz economista

Intenção é que o substituto do Bolsa Família pague um benefício médio de R$ 400 a cerca de 17 milhões de brasileiros

Da CNN

em São Paulo

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Em entrevista à CNN, a economista-chefe do Banco Ourinvest Fernanda Consorte afirmou que o mercado entende que uma política fiscal expansionista como o Auxílio Brasil se deve a uma questão de populismo.

O governo cancelou o anúncio do programa social que era esperado para esta terça-feira (19). A intenção é que o substituto do Bolsa Família pague um benefício médio de R$ 400 a cerca de 17 milhões de brasileiros.

De acordo com a especialista, a estratégia tem o intuito de garantir votos para o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), devido a queda de popularidade do chefe do Executivo.

“Políticas fiscais em termos de auxílio são importantes para poder ajudar essas famílias, mas é preciso ter contraparte em gastos”, afirmou Consorte.

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