Microsoft fechará LinkedIn na China

A Microsoft pretende substituir a rede social por outra iniciativa, mais focada na procura e oferta de empregos

Símbolo do LinkedIn em painel da Bolsa de Valores de Nova York durante pregão
Símbolo do LinkedIn em painel da Bolsa de Valores de Nova York durante pregão Reuters / Brendan McDermid

Eva MathewsElizabeth CullifordAnil D'Silvada Reuters

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A Microsoft Corp vai encerrar as operações do LinkedIn na China quase sete anos após seu lançamento, e irá substituir a rede social por uma versão simplificada da plataforma, que se concentrará apenas em empregos.

O LinkedIn é a única grande rede social de propriedade dos Estados Unidos operando no país, onde o governo exige que tais plataformas sigam regras e regulamentos rígidos.

“Também estamos enfrentando um ambiente operacional significativamente mais desafiador e requisitos maiores de conformidade na China“, disse o LinkedIn em uma postagem do seu blog, na quinta-feira, acrescentando que não encontrou o mesmo nível de engajamento e compartilhamento no país como registra globalmente.

O LinkedIn informou que substituirá o serviço, que restringe a postagem de determinados conteúdos devido a exigências regulatórias, por um novo portal chamado InJobs.

O novo serviço, que será lançado ainda este ano, não incluirá um feed social ou a capacidade de compartilhar postagens ou artigos, disse.

O LinkedIn foi criado na Califórnia e comprado pela Microsoft em 2016. Tornou-se extremamente popular globalmente por causa dos seus recursos de mídia social, que tornaram mais fáceis a construção da rede profissional e a conexão entre empregadores, funcionários e candidatos.

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