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    Musk diz que acordo com Twitter pode continuar dependendo de provas sobre bots

    Empresário suspendeu negociações para compra alegando que companhia mentiu em materiais sobre a quantidade de contas verdadeiras na rede social

    Musk entrou com uma ação contra o Twitter em 29 de julho, intensificando sua luta legal contra a empresa
    Musk entrou com uma ação contra o Twitter em 29 de julho, intensificando sua luta legal contra a empresa Michele Tantussi/Reuters

    Juby Babuda Reuters

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    O bilionário Elon Musk afirmou neste sábado (6) que, se o Twitter puder fornecer seu método de amostragem de contas e como ele confirma quais são reais e quais são bots, seu acordo de US$ 44 bilhões para comprar a empresa deve prosseguir dentro dos termos originais.

    “No entanto, se descobrir que seus registros na SEC são materialmente falsos, então [o acordo] não deverá [prosseguir]”, tuitou Musk, se referindo ao equivalente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nos Estados Unidos.

    Em resposta a um usuário do Twitter que perguntou se a SEC dos Estados Unidos estava investigando “alegações duvidosas” da empresa, Musk questionou: “Boa pergunta, por que não estão?”.

    O Twitter se recusou a comentar o tweet quando contatado pela Reuters.

    A empresa rejeitou na quinta-feira (4) a alegação de Musk de que ele foi enganado para assinar o acordo para comprar a companhia, dizendo que a acusação era “implausível e contrário aos fatos”.

    “De acordo com Musk, ele – o bilionário fundador de várias empresas, assessorado por banqueiros e advogados de Wall Street – foi enganado pelo Twitter para assinar um acordo de fusão de US$ 44 bilhões. Essa história é tão implausível e contrária aos fatos quanto parece”, diz o documento divulgado pela empresa na quinta-feira.

    Musk entrou com uma ação contra o Twitter em 29 de julho, intensificando sua luta legal contra a empresa de rede social por sua tentativa de desistir da compra de US$ 44 bilhões.

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