Pagamento por aproximação cresce 300% desde o início da pandemia

Com receio de contaminações, consumidores e estabelecimentos usam a tecnologia para evitar contato físico

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Depois de mais de três meses fechados, bares e restaurantes se adaptaram aos novos tempos nos quais o contato físico deve ser o menor possível e isso se reflete também na economia. Além de cardápios que podem ser vistos no smartphone, é cada vez mais comum o pagamento por aproximação do cartão – desde o início da pandemia, a alternativa cresceu 300%.

Entre abril e junho deste ano, o pagamento com cartão por aproximação cresceu quatro vezes na comparação com o mesmo período do ano passado. Além de ser mais rápido, evita o contato com a superfície e diminui o risco de contágio. Também há a possibilidade de pagar por meio de um link no celular.

Os segmentos que mais utilizam esse tipo de pagamento são supermercados, cafeterias, lojas de conveniência e postos de gasolina. A resistência ao método diminuiu, afirma David Pires, sócio da startup Zigpay, que oferece a tecnologia há três anos. “As formas antigas ainda estão disponíveis para quem precisa, mas se estiver disposto a usar o meio digital, não tem contato nenhum”.

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