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    Pedro Guimarães negou acusações de assédio sexual a Bolsonaro

    De acordo com integrantes do governo, Bolsonaro reagiu com raiva ao saber das acusações

    Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal
    Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal Dida Sampaio/Estadão Conteúdo - 15.set.2021

    Renata Agostinida CNN

    em Brasília

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    O presidente Jair Bolsonaro (PL) reagiu com raiva ao saber das acusações de assédio sexual envolvendo o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

    De acordo com integrantes do governo, Bolsonaro soube da repercussão no início da noite de terça-feira (28) e, em seu entendimento, o Guimarães deveria deixar o cargo rapidamente. Guimarães oficializou em carta o pedido de demissão no fim da tarde desta quarta-feira (29).

    Um dos integrantes estava com Bolsonaro quando ele soube da matéria e da repercussão. Segundo esse auxiliar, a reação foi de raiva por mais um problema que aparecia para o governo.

    Segundo o relato dos auxiliares, Guimarães foi quem decidiu ir até Bolsonaro ainda na noite de terça-feira, no Palácio da Alvorada, para se explicar —ele não havia sido convidado pelo presidente.

    A conversa entre os dois não foi longa e o presidente da Caixa negou todas as acusações a Bolsonaro. No entanto, de acordo com os relatos, Bolsonaro já estava convencido de que Guimarães deveria deixar o cargo.

    O Palácio do Planalto está atônito e aliados contrariados com o fato de o presidente da Caixa ter aparecido em um evento público nesta quarta-feira (29), o que pegou todos de surpresa. Afinal, já se esperava um pedido de demissão por parte de Guimarães logo durante a manhã desta quarta-feira (29). “A ordem já havia sido dada”, disse uma fonte.

    Ainda na terça-feira (28), Bolsonaro avaliou com integrantes do governo e com o ministro da Economia, Paulo Guedes, um substituto para o cargo.

    O nome mais provável para assumir o posto é o de Daniella Marques, que comanda a Secretaria de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e uma das pessoas mais próximas ao ministro Paulo Guedes.

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