Pimentão caro, maçã barata: veja os protagonistas da inflação e deflação em 2021

Os combustíveis estão entre os "vilões" da inflação este ano, enquanto as frutas se sobressaem entre os que amenizaram a alta

O preço do pimentão subiu 82% no acumulado de 2021. O alimento lidera o ranking dos itens mais
O preço do pimentão subiu 82% no acumulado de 2021. O alimento lidera o ranking dos itens mais Pixabay

Fabrício Juliãodo CNN Brasil Business

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A inflação este ano vem atingindo patamares que há muito tempo não eram sentidos. O último IPCA (Índice de Preços ao Consumidor-Amplo) divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), referente ao mês de outubro, apontou alta de 1,25% – a maior elevação para o mês desde 2002.

Em 2021, o indicador acumula alta de 8,24% e, se considerar os 12 últimos meses, 10,67%. Os combustíveis estão entre os itens que puxam o índice. Mas,  segundo o IBGE, o pimentão puxa a fila das maiores altas do ano, com 82% no acumulado de janeiro a outubro. O alimento é seguido pelo etanol (51,25%) e então o açúcar refinado (41%).

Confira os principais itens atingidos pela inflação este ano:

Mas também tem alguns itens que sofreram deflação e ajudaram a segurar um pouco a alta do IPCA. A banana d’água, também conhecida como banana nanica, teve queda de cerca de 24%. Além dela, a maçã, com recuo de 23%, e a laranja, 22%, foram alguns dos produtos que tiveram redução no preço em 2021. Confira os 10 principais:

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