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    Preço do querosene de aviação acumula alta de 76,2% em 2021, revela Abear

    Disparada do preço do QAV mostra como os custos estruturais do setor aéreo geram preocupação e podem inibir retomada mais consistente do setor comercial

    Aviões das companhias aéreas Gol, Latam e Azul estacionados no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro (12.jan.2017)
    Aviões das companhias aéreas Gol, Latam e Azul estacionados no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro (12.jan.2017) Foto: Nacho Doce/Reuters

    Juliana Estigarríbia, do Estadão Conteúdo

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    O preço do querosene de aviação (QAV) acumulou alta de 76,2% no período de 4 de janeiro a 13 de dezembro de 2021, segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    Com esse resultado, o QAV é o combustível de consumo em massa cujo preço teve a maior valorização no ano passado, afirma a Abear, acima de diesel (alta de 56%), gasolina (avanço de 42,4%) e gás de cozinha (alta de 36%), que têm sido apontados como alguns dos principais responsáveis pela escalada da inflação no País.

    “A disparada do preço do QAV mostra como os custos estruturais do setor aéreo nos preocupam e podem inibir uma retomada mais consistente da aviação comercial”, afirma em nota o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

    “Ainda temos a pressão dos constantes recordes de cotação do dólar em relação ao real, já que mais de 50% dos nossos custos são indexados pela moeda norte-americana.”

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