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    Rússia diz que China se recusou a fornecer peças de aeronaves ao país

    Segundo a mídia estatal russa, o país possivelmente buscará peças com a Turquia ou a Índia, mas "cada empresa negociará por conta própria"

    Jato privado decola do aeroporto de Leipzig-Altenburg, na Alemanha, para a Polônia; aeronaves de oligarcas russos foram afetadas por sanções
    Jato privado decola do aeroporto de Leipzig-Altenburg, na Alemanha, para a Polônia; aeronaves de oligarcas russos foram afetadas por sanções Getty Images

    Chris Liakosda CNN

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    Um alto funcionário russo disse nesta quinta-feira (10) que a China se recusou a apoiar a Rússia com peças de aeronaves – já que o país procura obter componentes após duras sanções à aviação.

    O chefe do Departamento de Aeronavegabilidade de Aeronaves da Agência Federal de Transporte Aéreo, Valery Kudinov, disse que havia cerca de 70 aeronaves no registro russo antes do final de fevereiro, informou a agência de notícias estatal russa TASS.

    Kudinov disse ainda que a situação da manutenção de aeronaves e importação de peças de reposição está planejada para ser resolvida, inclusive por meio da reexportação de componentes, informou a TASS.

    De acordo com a agência estatal russa, Kudinov disse: “Até onde eu sei… a China recusou [fornecer peças para aeronaves]”, acrescentando que a busca continuaria por outros países, possivelmente pela Turquia ou Índia.

    “Cada empresa negociará por conta própria”, acrescentou Kudinov.

    Os dois maiores fabricantes de aviões do mundo, Boeing e Airbus, interromperam o fornecimento de componentes de aeronaves para companhias aéreas russas.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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