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    Tesla acusa reguladores dos EUA de ‘assediarem’ Musk em caso de redes sociais

    Advogados da empresa dizem que investigações conduzidas pela Securities and Exchange Commission são infundadas

    Elon Musk, dono da Tesla, em Xangai
    Elon Musk, dono da Tesla, em Xangai 7/1/2019 REUTERS/Aly Song

    Dow Jones Newswires, do Estadão Conteúdo

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    A Tesla acusou reguladores norte-americanos de estarem “assediando” o CEO da empresa, Elon Musk, no âmbito de um acordo regulatório de 2018 que buscava restringir seu uso de mídias sociais.

    A Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM dos Estados Unidos) está conduzindo investigações infundadas sobre Musk e Tesla, dizem os advogados da empresa em uma carta apresentada nesta quinta-feira (17) a um juiz federal que supervisionou o acordo.

    A empresa informou, no início deste mês, que os reguladores enviaram uma intimação no ano passado que buscava informações mostrando como a empresa e seu CEO cumpriram os termos do acordo.

    A SEC não distribuiu US$ 40 milhões em multa para acionistas supostamente prejudicados por publicações de Musk no Twitter em 2018 de que ele planejava tornar a Tesla privada, de acordo com a carta.

    A SEC alegou que as declarações de Musk não eram verdadeiras. O processo do regulador em 2018 acabou levando a um acordo incomum em que os advogados da Tesla iriam avaliar alguns dos tweets do CEO e outras declarações públicas supervisionados por advogados.

    “Quando Musk e Tesla concordaram com os decretos de consentimento em 2018, a Tesla era uma empresa menos madura”, escreveu o advogado Alex Spiro.

    “Musk e a Tesla entenderam que um acordo com a SEC finalmente acabaria com o assédio da SEC e, mais importante, tornaria este tribunal, e não apenas a SEC, o monitor sobre quaisquer problemas de conformidade percebidos daqui para frente.”

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