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    Após divulgação do PIB, Haddad diz que economia crescerá 3% em 2023

    IBGE divulgou crescimento de 0,1% da economia brasileira no 3° trimestre

    Segundo Haddad, lideres árabes confirmaram a intenção de investir no Brasil
    Segundo Haddad, lideres árabes confirmaram a intenção de investir no Brasil 04/12/2023 REUTERS/Liesa Johannssen

    Elis Barretoda CNN

    Brasília

    Após o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgar o resultado de crescimento de 0,1% da economia brasileira no terceiro trimestre deste ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o Brasil irá crescer 3% em 2023.

    “Nós vamos crescer 3% este ano. Nós atingimos uma taxa de juros muito elevada em julho, e o BC começou a cortar a taxa de juros a partir de agosto”, disse o ministro.
    Haddad completou dizendo que com a aprovação das medidas econômicas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional, “o brasileiro pode esperar uma economia cada vez mais forte”.

    Segundo o mais recente boletim macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, a previsão é de que o Brasil cresça 3% em 2023.

    Já o boletim Focus, divulgado na segunda-feira (4) pelo Banco Central, aponta que o Brasil deve crescer 2,8% neste ano.

    O ministro também comentou sobre a participação da comitiva brasileira na Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, a COP 28. Segundo Haddad, lideres árabes confirmaram a intenção de investir no Brasil.

    “Eles fizeram um aporte grande de recursos na exploração de minerais críticos, e agora reconfirmaram que vai atingir US$ 10 bilhões de investimentos em empresas e projetos de infraestrutura no Brasil”, acrescentou Haddad.

    Ainda segundo mandatário da Fazenda, o chanceler alemão Olaf Scholz confirmou que haverá “uma nova rodada de investimentos industriais da Alemanha no Brasil”.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na segunda-feira com o chanceler alemão.

    Veja também: Desaceleração do PIB foi mais branda que o esperado, diz economista