Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 10,9 bilhões em março

    Valor foi alcançado com exportações de US$ 33,060 bilhões e importações de US$ 22,104 bilhões, segundo ministério

    Expectativa é de que as importações caiam 11,8% em 2023, mais do que a perda projetada de 2,8% das exportações na comparação com o ano passado
    Expectativa é de que as importações caiam 11,8% em 2023, mais do que a perda projetada de 2,8% das exportações na comparação com o ano passado Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters

    Antonio Temóteo, do Estadão Conteúdo

    A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 10,956 bilhões em março. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 33,060 bilhões e importações de US$ 22,104 bilhões.

    No ano, a balança comercial acumula resultado positivo de US$ 16,068 bilhões.

    O ministério também atualizou suas projeções para o ano de 2023. A pasta projeta exportações de US$ 325 bilhões este ano e importações de US$ 241 bilhões, levando a saldo positivo de US$ 84 bilhões, acima do superávit de US$ 62 bilhões de 2022.

    A expectativa é de que as importações caiam 11,8% em 2023, mais do que a perda projetada de 2,8% das exportações na comparação com o ano passado.

    O resultado de março ficou acima do teto das expectativas do mercado financeiro colhidas pelo Projeções Broadcast, que apontavam para um superávit comercial entre US$ 8,030 bilhões a US$ 10,50 bilhões, com mediana de US$ 9,50 bilhões.

    As exportações registraram aumento de 7,5% na média diária de março ante o mesmo período do ano passado, com alta de 6,3% na Agropecuária, elevação de 20,6% na Indústria Extrativa e crescimento 1,6% nas vendas de produtos da Indústria de Transformação.

    Já a média diária de importações caíram 3,1% no período, com queda de 19,7% na Agropecuária, recuo de 23,8% na Indústria Extrativa e retração de 0,8% em produtos da Indústria de Transformação.