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    BNDES e Banco Mundial fecham parceria para investimento em hidrogênio verde

    Para BNDES, Brasil será, até 2030, país mais competitivo do mundo na produção de hidrogênio verde

    Aloizio Mercadante será presidente do BNDES
    Aloizio Mercadante será presidente do BNDES Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 08.dez.2022

    Da CNN*da CNN

    O governo federal anunciou parceria neste sábado (2) entre Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco Mundial para investimentos em hidrogênio verde.

    O memorando de entendimento vai desenvolver mecanismos de financiamento em toda a cadeia de valor do hidrogênio de baixo carbono.

    O documento engloba projetos de captura de carbono; eletrolisadores e equipamentos associados; logística e infraestruturas compartilhadas em hubs voltados para essa tecnologia; combustíveis sintéticos; e descarbonização industrial.

    A assinatura aconteceu durante a COP 28, em Dubai, e valida a possibilidade de co-financiamento, garantias, financiamento de assistência técnica e o desenvolvimento de linha de crédito a ser concedida pelos bancos.

    Também fica incluído o compartilhamento de conhecimentos para estimular investimentos em hidrogênio de baixa emissão de carbono no país.

    Na assinatura do documento, os representantes do BNDES e do Banco Mundial destacaram, ainda, a importância de uma linha de crédito de até R$ 5 bilhões do Banco Mundial com o propósito de criar um fundo de riscos para apoiar projetos de hidrogênio.

    A diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa, afirmou em entrevista à CNN na segunda-feira (27) que o Brasil será, até 2030, o país mais competitivo do mundo na produção de hidrogênio verde.

    O Plano Nacional de Hidrogênio Verde, em documento trienal (2023 a 2025), expressa os objetivos do governo Lula para a fonte energética.

    *Publicado por Danilo Moliterno.