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    Charlie Munger, sócio de Buffett, morre aos 99 anos

    Executivo atuava como vice-presidente do conselho de administração da Berkshire Hathaway

    Charlie Munger, vice-presidente da Berkshire Hathaway, em Los Angeles, EUA
    Charlie Munger, vice-presidente da Berkshire Hathaway, em Los Angeles, EUA REUTERS/Lucy Nicholson

    Paul R. La MonicaKrystal Huda CNN

    em Nova York

    A Berkshire Hathaway, conglomerado dirigido pelo bilionário Warren Buffett, informou que o vice-presidente do conselho de administração da empresa, Charlie Munger, morreu “pacificamente” na manhã desta terça-feira (28) em um hospital da Califórnia.

    Munger tinha 99 anos e a causa da morte não foi divulgada.

    “A Berkshire Hathaway não poderia ter sido construída com seu status atual sem a inspiração, sabedoria e participação de Charlie”, disse Buffett.

    Braço direito de Buffett

    Charles Thomas Munger, conhecido por seu apelido, “Charlie”, nasceu em 1 de janeiro de 1924, em Omaha, Nebraska.

    Munger serviu no Exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial, após deixar a Universidade de Michigan em 1943, aos 19 anos.

    Depois da guerra, ele cursou Direito em Harvard e se formou com menção honrosa em 1948, quando se mudou para o sul da Califórnia, onde trabalhou com Direito Imobiliário.

    Munger conheceu Buffett em 1959 em um jantar, quando esteve em Omaha para acompanhar o funeral do pai. Os dois se tornaram amigos rapidamente.

    Buffett disse à CNBC em 2021 que, após o primeiro encontro com Munger, ele soube: “Eu não vou encontrar outro cara assim …. Nós apenas nos demos bem”.

    Munger se juntou oficialmente à Berkshire Hathaway como vice-presidente em 1978.

    Durante a maior parte de sua carreira, o executivo foi o grande conselheiro de Buffett, especialmente em questões que envolviam o mercado de ações e a economia.

    Já no fim da vida, Munger esteve muitas vezes nas manchetes de jornais devido a controvérsias.

    Ele tinha costume de falar frequentemente sobre a China, cujos governos ocidentais criticavam por violações de direitos humanos.

    Munger elogiou o país, apesar da repressão à gigante de tecnologia Alibaba, que foi um dos principais investimentos do executivo no Daily Journal, dirigido por ele de 1977 a 2022.

    Veja também: Brasil importou US$ 5,3 bilhões da Arábia Saudita em 2022

    Com informações da Reuters.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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