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    Com Desenrola, C6 Bank limpa nome de 456 mil clientes com dívidas de até R$ 100

    Após programa do governo, banco vai oferecer até 95% de desconto nas dívidas, que poderão ser pagar em até 72 parcelas e juros de 1,2% ao mês

    Nesta fase, as negociações incluem clientes que tenham renda mensal superior a 2 salários mínimos e menor que R$ 20 mil
    Nesta fase, as negociações incluem clientes que tenham renda mensal superior a 2 salários mínimos e menor que R$ 20 mil C6 Bank | Foto: Rogerio Albuquerque

    Da CNN*

    São Paulo

    O C6 Bank informou que limpou o nome de 456 mil pessoas com de dívidas até R$ 100 por meio do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil), do governo federal.

    Segundo o banco, os clientes interessados podem entrar em contato através dos canais de atendimento.

    Em nota, o banco disse que oferecerá até 95% de desconto nos saldos devedores, que poderão ser pagos em até 72 parcelas, com entrada reduzida, e taxas de juros começando em 1,2% ao mês.

    Os devedores devem procurar o banco para ter acesso às condições especiais.

    “O Programa Desenrola Brasil é resultado de uma parceria muito bem-sucedida entre os bancos e o governo federal, com potencial de recuperar a saúde financeira de milhões de famílias e reintroduzi-las na economia”, diz Gutierrez.

    Nesta fase do programa, voltada para o grupo definido como “Faixa 2”, as negociações vão incluir dívidas bancárias dos clientes que tenham renda mensal superior a 2 salários mínimos e menor que R$ 20 mil e que não estejam incluídos no Cadastro Único do Governo Federal.

    Serão renegociadas dívidas contraídas entre 2019 e 31 de dezembro de 2022. Os débitos bancários serão negociados diretamente com o banco em condições especiais a serem definidas.

    Pessoas incluídas na Faixa 1 do Desenrola Brasil — aquelas que têm dívidas de até R$ 5 mil, renda mensal de até 2 salários mínimos ou estão incluídas no Cadastro Único do Governo Federal — poderão se inscrever no Programa em setembro, quando entrará em operação uma ampla plataforma na internet de negociações de dívidas bancárias e não bancárias, como serviços públicos e lojas.

    *Divulgado por Diego Mendes.