Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Comércio entre Brasil e Arábia Saudita pode chegar a US$ 20 bilhões até 2030

    Projetos na área de energia limpa, hidrogênio verde e aportes em infraestrutura conectados ao PAC estão entre possibilidades de investimentos

    Presidente Lula e o Primeiro-Ministro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, durante recepção em Riad
    Presidente Lula e o Primeiro-Ministro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, durante recepção em Riad Ricardo Stuckert

    Da CNN

    São Paulo

    As transações comerciais entre Brasil e Arábia Saudita podem saltar dos atuais US$ 8 bilhões (R$ 39,2 bilhões, na cotação atual) para US$ 20 bilhões (R$ 98,1 bilhões) até 2030.

    A estimativa foi discutida em reunião entre o presidente Lula e o primeiro-ministro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, em novembro.

    Um dos pontos levantados no encontro entre os líderes foi o investimento de US$ 10 bilhões (R$ 49 bilhões) que o Fundo Soberano Saudita planeja aplicar no Brasil, sendo US$ 9 bilhões (R$ 44,1 bilhões) previstos para os próximos sete anos.

    Projetos na área de energia limpa, hidrogênio verde, defesa, ciência e tecnologia, agropecuária e aportes em infraestrutura conectados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão entre as possibilidades de investimentos.

    Segundo o governo, Lula também destacou o potencial do Brasil para a transição energética e ações de combate à crise climática.

    Mohammed bin Salman mencionou a posição do Brasil e da Arábia Saudita como líderes econômicos de suas regiões e sinalizou que esse é um indicativo de que uma parceria mais forte e estratégica entre os dois países será interessante para todos os lados.

    O líder saudita demonstrou interesse em visitar o Brasil e conhecer especialmente a Amazônia.

    O príncipe herdeiro mencionou a importância estratégica da presidência brasileira do G-20, que se inicia em dezembro. Mohammed bin Salman também ressaltou a entrada da Arábia Saudita no Brics, e afirmou que o país tem interesse em ter uma participação ativa no banco do bloco, o Novo Banco de Desenvolvimento.

    Veja também: Governo aposta em espaço para mais gastos

    Com informações de Agência Brasil.