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    FedEx vai testar motos elétricas em projeto-piloto no Brasil

    Empresa tem meta global de que 50% das compras de veículos de coleta e entrega até 2025 sejam de modelos elétricos

    FedEx vai testar motos elétricas em projeto-piloto no Brasil
    FedEx vai testar motos elétricas em projeto-piloto no Brasil 03/09/2021REUTERS/Andrew Kelly

    Por Beatriz Garcia, da Reuters

    A empresa norte-americana de entregas FedEx vai iniciar um projeto-piloto no Recife e em Brasília para uso de motos elétricas nas operações logísticas no Brasil.

    O projeto conta com três motos elétricas que serão avaliadas ao longo de seis meses. As motos são das startups nacionais Voltz e Origem, afirmou a FedEx.

    Duas motocicletas a serem testadas em Brasília (DF), serão recarregadas por meio do sistema de troca de baterias, em que o motociclista pode substituir rapidamente uma bateria descarregada por uma carregada em postos distribuídos pela cidade. Já a motocicleta de Recife será recarregada dentro de estações da FedEx na cidade.

    A empresa de logística não deu mais detalhes quanto ao investimento para o projeto. A empresa está destinando, globalmente, mais de uS$ 2 bilhões para cumprir metas de uso de energia sustentável, sequestro de carbono e eletrificação de veículos.

    Eduardo Araújo, diretor de logística da FedEx no Brasil, disse que o projeto-piloto analisará a autonomia das motos, levando em consideração os perfis da rota e do condutor, o peso da carga e a distância a ser percorrida em um período de seis meses.

    “A partir de um resultado positivo, planejamos estudar a inclusão de motos elétricas na nossa frota em um futuro próximo”, diz Araújo.

    No Brasil, a frota da FedEx é formada por cerca de 2.900 veículos de entrega que atendem 5.300 cidades. Em 2013, a companhia adquiriu seis carros elétricos e atualmente há planos para expandir esse número a partir do segundo semestre deste ano.

    A FedEx Express tem meta global de que 50% das compras de veículos de coleta e entrega até 2025 sejam de modelos elétricos, aumentando para 100% de todas as compras até 2030.