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    Wall Street fecha sem direção única após sinais de inflação menor, mas com bancos e Disney sob pressão

    Walt Disney Company caía 8,4% e era o maior perdedor do índice de referência S&P 500, após relatório trimestral na quarta-feira (10)

    Às 11h42 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,05%, a 33.178,71 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,47%, a 4.118,23 pontos
    Às 11h42 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,05%, a 33.178,71 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,47%, a 4.118,23 pontos REUTERS/Brendan McDermid

    Por Shreyashi Sanyal e Shristi Achar A, da Reuters

    As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quinta-feira (11), após a persistência de incertezas sobre bancos regionais se contrapor aos sinais de arrefecimento da inflação norte-americana, na esteira da desaceleração do índice de preços ao produtor (PPI) e o do avanço nos pedidos de auxílio-desemprego.

    O Dow Jones encerrou o pregão em baixa de 0,66%, a 33.309,51 pontos. O tombo de quase 9% da Walt Disney pesou fortemente sobre o índice, em reação negativa ao balanço que mostrou crescimento fraco dos assinantes da sua divisão de streaming.

    Entre as outras referências, o S&P 500 perdeu 0,17%, a 4.130,62 pontos; e o Nasdaq avançou 0,18%, a 12.328,51 pontos.

    A ação do Western Alliance caiu 0,77%, depois que o banco informou ter registrado aumento nos depósitos nos últimos dias. Já o papel do PacWest perdeu mais de 20%, após a instituição bancária revelar ter registrado forte saída de depósitos nos dias seguintes ao fechamento do First Republic Bank.

    À reboque, JPMorgan se desvalorizou 0,32%, Goldman Sachs caiu 0,57% e Morgan Stanley recuou 1,30%. “O estresse bancário não vai desaparecer tão cedo, enquanto esperamos para ver quais bancos colocaram muito dinheiro em Treasuries de longo prazo”, afirma o analista Edward Moya, da Oanda.

    Na outra ponta, Alphabet subiu 4,31%, em meio ao otimismo quanto aos planos da companhia de avançar na área da inteligência artificial.

    As gigantes de tecnologia são apoiadas ainda por perspectivas de cortes juros do Federal Reserve (Fed). O índice de preços ao produtor (PPI) dos EUA subiu à taxa anual de 2,3% em abril, após acréscimo de 2,7% em março.

    Já os pedidos de auxílio-desemprego teve alta mais forte que o esperado semana, em um indício de que o mercado de trabalho pode estar perdendo força.