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    Bolsas da Europa fecham em alta, após desaceleração do PPI alemão

    Investidores monitoravam notícias sobre teto da dívida americana e chegaram a reduzir fôlego ao fim do pregão

    Índice DAX, em Frankfurt, fechou em alta de 0,69%, a 16.275,38 pontos
    Índice DAX, em Frankfurt, fechou em alta de 0,69%, a 16.275,38 pontos Xosema/Wikimedia Commons

    Natália Coelho, do Estadão Conteúdo

    As bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira (19) ampliando os ganhos da quinta-feira, diante da forte desaceleração do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha.

    Ainda, investidores monitoravam notícias sobre o teto da dívida americana e chegaram a reduzir fôlego ao fim do pregão, seguindo Wall Street, após o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, destacar que o BC mantém seu compromisso em conter a inflação.

    Em Londres, o FTSE 100, subiu 0,19% a 7.756,87 pontos, enquanto o índice DAX, em Frankfurt, fechou em alta de 0,69%, a 16.275,38 pontos.

    O CAC 40, em Paris, avançou 0,61%, a 7.491,96 pontos, e o FTSE MIB, em Milão, fechou em alta de 1,05%, a 27.520,33 pontos.

    Já em Madri, o índice Ibex 35 subiu 0,42%, a 9.251,50pontos. Na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 caiu 0,22%, a 6.043,08 pontos. As cotações são preliminares.

    A desaceleração do PPI da Alemanha em abril ante março, na comparação anual, também levou a ganhos na Europa, com investidores confiantes de que a inflação possa levar o Banco Central Europeu (BCE) a ser menos rígido em sua próxima decisão monetária.

    Segundo análise da High Frequency Notes, o resultado do PPI aponta que a inflação está no caminho certo para a meta do BC europeu, de 2% ao ano.

    A notícia ajudou o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, a renovar nesta sexta o recorde histórico intraday, com ganho de mais de 2% em maio e de mais de 16% desde o início do ano. Segundo análise da CMC Markets, o impulso foi motivado pela alta da bolsa do Japão, que também renovou recordes.

    Apesar do movimento da inflação alemã, boletim econômico do BCE publicado nesta sexta indicou que as pressões de preços subjacentes seguem fortes, incluindo os salários da zona do euro.