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    Rendimento médio real do trabalhador cresceu 4,7% em um ano, diz IBGE

    Em relação ao trimestre imediatamente anterior, a variação foi considerada estável pelo IBGE

    Massa de rendimentos ficou em um nível alto por conta da variação positiva da população ocupada, ou pela manutenção do valor do rendimento médio.
    Massa de rendimentos ficou em um nível alto por conta da variação positiva da população ocupada, ou pela manutenção do valor do rendimento médio. Reprodução/Banco Central

    Rafael Saldanhacolaboração para a CNN

    O rendimento médio real dos trabalhadores apresentou aumento de 4,7% em um ano, chegando a R$ 3.151 no trimestre encerrado em abril, disse o IBGE nesta terça-feira (29), na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

    Com isso, a massa de rendimentos — soma das remunerações dos trabalhadores –, somou R$ 313,1 bilhões no período, novo recorde da série histórica. Em relação ao mesmo trimestre de 2023, a massa de rendimentos teve alta de 7,9%.

    Em relação ao trimestre imediatamente anterior, a variação foi considerada estável pelo IBGE.

    Segundo a coordenadora de pesquisas, Adriana Beringuy, a massa ficou em um nível alto por conta da “variação positiva da população ocupada ou pela manutenção do valor do rendimento médio”.

    A analista ainda destacou o aumento do rendimento dos empregados no setor privado com carteira assinada.

    Em comparação ao período equivalente de 2023, os rendimentos de trabalhadores de quatro segmentos se destacaram: Indústria geral (8,5%), Comércio e reparação de veículos (4,6%), Transporte (5,7%) e Administração Pública (4,0%).

    Já o rendimento médio real das pessoas ocupadas nesse trimestre de 2024 não teve variação significativa, ficando em R$ 3.151.

    A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.