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    Gabriel Galípolo e Ailton Aquino tomam posse na diretoria do BC nesta quarta (12)

    Os indicados assinarão termos de posse em Brasília, em cerimônia fechada

    Amanda Sampaioda CNN

    Em São Paulo

    Os indicados para as diretorias de Política Monetária e Fiscalização do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo e Ailton Aquino, assinarão os termos de posse em Brasília nesta quarta-feira (12) em cerimônia fechada, prevista para as 10h.

    A informação foi confirmada pela instituição.

    Os dois nomes foram sugeridos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aprovados pelo Senado no último dia 4 de julho.

    Galípolo e Aquino podem ajudar o governo a diminuir as resistências enfrentadas na autarquia, comandada atualmente por Roberto Campos Neto.

    Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Galípolo foi aprovado com 23 votos a favor e 2 contra. Ele foi indicado para assumir a diretoria de Política Monetária do BC em substituição a Bruno Serra Fernandes.

    Já Aquino, com 24 votos a favor e 1 contrário, deve assumir a diretoria de Fiscalização do BC em substituição a Paulo Sérgio de Souza.

    Os cargos têm mandatos de quatro anos, com possibilidade de uma recondução por igual período.

     

    Primeiro negro da história na diretoria do BC

    Com a aprovação pelo Senado, Aquino Santos se torna o primeiro negro a assumir uma diretoria do BC em quase 60 anos.

    Ele foi auditor-chefe do BC. Com mais de 25 anos de casa, já ocupou o cargo de chefe dos departamentos de orçamento, execução financeira e contabilidade.

    Servidor de carreira, Aquino Santos é graduado em ciências contábeis pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e em direito pelo UDF Centro Universitário.

    Além disso, ele é pós-graduado em ciências contábeis também pela UNEB e tem especializações em engenharia econômica de negócios, contabilidade internacional e direito público.

    O novo diretor substitui Paulo Sérgio Neves de Souza, indicado ainda na gestão de Jair Bolsonaro (PL).

    Com informações de Marcos Amorozo e Danilo Moliterno, da CNN.