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    Guerra na Ucrânia alimenta temor com inflação e taxas futuras de juros disparam

    Cenário externo pesa mais que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre mais forte

    Maior bandeira da Ucrânia no maior mastro do país perto do monumento "Pátria" no complexo do Museu da Segunda Guerra Mundial em Kiev
    Maior bandeira da Ucrânia no maior mastro do país perto do monumento "Pátria" no complexo do Museu da Segunda Guerra Mundial em Kiev 16/12/2021 REUTERS/Valentyn Ogirenko

    Luciana Xavier, do Estadão Conteúdo

    A alta dos preços das commodities com a guerra na Ucrânia traz pressão de alta para os juros futuros em toda a curva na manhã desta sexta-feira (4).

    O cenário externo pesa mais que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre mais forte.

    O PIB subiu 0,5% no quarto trimestre, na margem, no teto das estimativas dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast.

    Segundo um analista, o dado acaba ficando defasado diante da drástica mudança de cenário com o conflito geopolítico.

    De qualquer modo, o dado pode reforçar espaço para mais aperto monetário nos próximos meses.

    Mais cedo foi divulgado que o IPC-Fipe, que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,90% em fevereiro, de 0,74% em janeiro, e superou o teto das estimativas de seis instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de alta de 0,75% a 0,81%.

    Às 9h24 desta sexta, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia a 11,60%, de 11,50% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2025 avançava para máxima de 11,93%, de 11,75%, e o para janeiro de 2023 subia para 12,935%, de 12,800% ontem no ajuste.