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    Haddad admite fatiamento de tributária para preservar ‘espinha dorsal’ da reforma

    Ideal para a equipe econômica seria não partir para o fatiamento, mas a avaliação que o ministro tem feito é que promulgar o que é consenso garantirá a blindagem do texto principal

    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em cerimônia de sanção de projeto de lei
    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em cerimônia de sanção de projeto de lei 28/08/2023REUTERS/Adriano Machado

    Thais Arbexda CNN

    em Brasília

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem admitido nos bastidores a possibilidade de fatiar a reforma tributária, a fim de preservar o que ele tem chamado de “espinha dorsal” da proposta.

    O ideal para a equipe econômica seria não partir para o fatiamento, mas a avaliação que Haddad tem feito internamente é que promulgar o que é consenso entre Câmara e Senado garantirá, na prática, a blindagem do texto principal da reforma.

    E mais do que isso: a Fazenda poderá começar a trabalhar na próxima etapa: nas leis que vão regulamentar a tributária.

    No cenário de eventual fatiamento da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), o Congresso discutirá, em suma, a lista de exceções e o valor do Fundo de Desenvolvimento Regional.

    O importante para a Fazenda é que não passe dos R$ 60 bilhões e não aumentar o número de setores que teriam privilégios tributários.

    Veja também: Humberto Costa e Sergio Moro debatem reforma tributária