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    Investimentos no Tesouro Direto somam R$ 6,8 bilhões em março e batem recorde

    No mês, os resgates somaram R$ 5,781 bilhões, resultando em emissão líquida de R$ 1,061 bilhão

    Aplicações de até R$ 1.000 representaram 53,5% das operações em março
    Aplicações de até R$ 1.000 representaram 53,5% das operações em março José Cruz/Agência Brasil

    Tamara Nassifda CNN

    em São Paulo

    Os investimentos em títulos do Tesouro Direto atingiram a marca de R$ 6,8 bilhões em março, informou o Ministério da Fazenda nesta terça-feira (25). É o maior valor da série histórica, iniciada em 2003.

    No mês passado, os resgates somaram R$ 5,781 bilhões, resultando em emissão líquida de R$ 1,061 bilhão. Em relação aos investidores, a base atingiu a marca de 2.141.535 pessoas — um aumento de 19.744 da passagem de fevereiro para março.

    Segundo o Ministério da Fazenda, as aplicações de até R$ 1.000 representaram 53,5% das operações em março, enquanto o valor médio por operação foi de R$ 9.782,67.

    Entre os títulos do Tesouro Direto, o mais demandado foi o Tesouro Selic, que, com R$ 4,32 bilhões em vendas, representou 63,1% do total de investimentos, enquanto os indexados à inflação — Tesouro IPCA+, Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e Tesouro RendA+ — somaram R$ 1,7 bilhão, ou 24,4% do total.

    A nota destaca, também, que o novo título Tesouro RendA+, lançado em fevereiro deste ano, somou R$ 250,4 milhões em operações, representando 3,7% do total.

    Já os títulos prefixados — Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais — somaram R$ 852,4 milhões em vendas, atingindo 12,5% do total.

    Entre os resgates antecipados, também chamados de “compras”, os papéis indexados à Selic predominaram e somaram R$ 1,504 bilhão — ou 62,8% do total.

    Os títulos remunerados por indicadores de preços — Tesouro IPCA+, Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e Tesouro IGPM+ com Juros Semestrais — totalizaram R$ 625,3 milhões (26,1%), e os prefixados, R$ 267,7 milhões (11,2%).

    Títulos com vencimento entre 5 e 10 anos alcançaram 45,5% do total de operações, enquanto aplicações de vencimento de 1 a 5 anos corresponderam a 37,9% do total. Os de vencimento acima de 10 anos ficaram com a menor fatia, de 16,7%.

    O estoque do Tesouro Direto, por sua vez, fechou em R$ 110,5 bilhões em março, alta de 2,2% em relação ao mês anterior.