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Após Fed e Copom, Brasil segue com 2º maior juro real do mundo; veja lista

Copom manteve Selic em 15% ao ano, enquanto Fomc cortou a taxa de referência em 0,25 ponto percentual, para o intervalo de 3,5% a 3,75%

Fabrício Julião, da CNN Brasil, em São Paulo
Fachada do prédio do Banco Central do Brasil
Fachada do prédio do Banco Central do Brasil  • Ilustração feita com inteligência artificial
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As autoridades monetárias de Brasil e Estados Unidos redefiniram nesta quarta-feira (10) o patamar das respectivas taxas de juros. A "superquarta" não teve surpresas nas decisões, com o Copom mantendo por aqui a Selic em 15% ao ano e o Fomc reduzindo em 0,25 ponto percentual o intervalo nos EUA, para 3,5% a 3,75%.

Com isso, o Brasil segue como o 2º país de maior juro real do mundo - atrás apenas da Turquia, segundo levantamento realizado pela MoneYou e Lev Intelligence.

A taxa de juros real é o indicador que desconta do valor nominal os impactos da inflação.

Para o cálculo, foi considera a taxa de juros a mercado no vencimento mais líquido 12 meses à frente para o período e a inflação projetada para os 12 meses consecutivos, como referencial o último dado fornecido pelas autoridades econômicas de cada país.

Eis o ranking:

 

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