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    “Brasil ficou caro antes de ficar rico”, diz Alckmin

    Vice-presidente defende que o país tenha agenda de competitividade e de redução de risco

    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin
    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin 07/02/23 - Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    Leonardo Ribbeiroda CNN

    Brasília

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que o Brasil ficou caro antes de ficar rico. A afirmação foi feita nesta terça-feira (19) em evento organizado pela Esfera Brasil e pela Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil (MBCB), em Brasília.

    “É preciso ter uma agenda de competitividade e de redução do risco Brasil”, completou.

    Para Alckmin, mais do que medidas econômicas, o desenvolvimento precisa ser pensado de forma sustentável. Segundo ele, é o caso das ações do governo voltadas para a descarbonização.

    “Se nós queremos diminuir a emissão de carbono e gás de efeito estufa, o primeiro item é parar o desmatamento. [O problema] não é escapamento, é desmatamento. Um hectare de mata derrubada e queimada emite 300 toneladas de carbono”, destacou.

    O vice-presidente também afirmou que o potencial do Brasil para produção de energia limpa é um ponto que coloca o país à frente de outras nações. “Temos 55% de [usinas] hidrelétricas, 35% eólica e solar”.

    Alckmin disse ainda que é preciso dar incentivo à produção e ao uso dos chamados combustíveis do futuro, como o Etanol. “Somos exemplo. Cerca de 85% da frota do Brasil é flex”.

    Durante o seminário foi apresentado estudo inédito sobre os impactos socioeconômicos da transição energética dos transportes no Brasil, intitulado “Trajetórias Tecnológicas mais Eficientes para a Descarbonização da Mobilidade”, elaborado pela LCA Consultoria e MTempo Capital.