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    Brasil registra recorde na produção de energia renovável em 2023, diz estudo

    93,1% de toda geração é considerada limpa, país aumenta protagonismo no cenário energético mundial

    Brasil registra recorde na produção de energia renovável
    Brasil registra recorde na produção de energia renovável 01/03/2006REUTERS/José Manuel Ribeiro

    Thiago Félixda CNN

    São Paulo

    Considerado um dos protagonistas na pauta de energia limpa no mundo, Brasil bateu recorde e amplia protagonismo. Em 2023, 93,1% de toda eletricidade gerada no país  veio de fontes renováveis, como hidrelétricas, parques eólicos, fazendas solares e usinas a biomassa, mostra estudo da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) antecipado para a CNN.

    Com o maior percentual da história, o país avança no protagonismo, destaca Alexandre Ramos, presidente do Conselho de Administração da entidade.

    “O crescimento das fontes renováveis gera emprego e renda, representa um avanço do Brasil na meta de descarbonização e uma vitória para o meio ambiente”, pontua.

    Ao todo, a produção, que tem origem de energia limpa, representou mais de 70 mil megawatts médios.

    As hidrelétricas integraram cerca de 58% da capacidade instalada da matriz energética brasileira e geraram quase 50 mil megawatts para o Sistema Interligado Nacional (SIN), crescimento de 1,2% na comparação com 2022.

    Apesar da grande representação, as usinas encerraram o ano com níveis de reservatório confortáveis para o enfrentamento do período sem chuvas em 2024.

    Já fontes solar e eólica foram responsáveis por mais de 13 mil megawatts médios, número 24% maior se comparado com o mesmo período do ano anterior.

    Com a entrada de novos empreendimentos, ambas as fontes totalizam 42,6 mil megawatts em capacidade instalada de três usinas de Itaipu, ou seja, o que podem ofertar.

    A modalidade da Geração Distribuída, conhecida por ajudar a reduzir a demanda de todo país, já que o consumidor produz a sua própria energia, estabeleceu novo recorde e avançou 42,5% no ano passado.

    A maior parte foi gerada por consumidores em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, mostra o levantamento.