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    Campos Neto destaca independência do BC ao receber prêmio “Banco Central do Ano”, em Londres

    Segundo presidente, premiação é reconhecimento de uma série de esforços de um banco central ainda "muito jovem" em termos de autonomia

    Roberto Campos Neto durante cerimônia do "Central Banking Awards 2024", em Londres
    Roberto Campos Neto durante cerimônia do "Central Banking Awards 2024", em Londres Reprodução

    Célia Froufe e Eduardo Laguna, do Estadão Conteúdo

    O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, destacou a importância da autonomia na condução da política monetária ao receber nesta quarta-feira (12) em Londres, o prêmio “Banco Central do Ano”, conferido pelo portal de notícias Central Banking.

    “Um banco central independente pode entregar melhor trabalho à sociedade”, disse Campos Neto, que tinha um discurso preparado, mas preferiu falar de improviso e brevemente, dado que já estava muito tarde.

    Segundo Campos Neto, a premiação é o reconhecimento de uma série de esforços de um banco central ainda “muito jovem” em termos de autonomia.

    Nesse sentido, ele repetiu que o BC promoveu a maior alta de juros em um ano de eleição no Brasil, referindo-se a 2022. Quando a inflação voltou a subir após a pandemia, lembrou o presidente do BC, a autoridade monetária começou a subir os juros muito cedo.

    Desde então, repetiu Campos Neto, o BC tem procurado derrubar a inflação com o mínimo de custo à sociedade. Após elencar entregas e projetos da agenda de inovação, como o Pix, o Open Finance e a moeda digital, ele parabenizou todas as pessoas que trabalham no Banco Central.

    “Este prêmio é de todos.”

    Antes de subir ao palco para receber a premiação, o apresentador da cerimônia destacou a linha técnica seguida pelo BC desde a autonomia, a atuação na pandemia, quando o BC reduziu os juros a 2%, e a agenda de inovação.