Com forte demanda no mundo, BTG lança fundo ligado ao mercado de semicondutores

Produto replica o índice PHLX Semiconductor (SOX), listado na Nasdaq e composto por gigantes do setor, como Intel, Qualcomm, NVIDIA, Broadcom

Matheus Prado, São Paulo
Semicondutores em falta no mundo
Trabalhador chinês na linha de produção de chips semicondutores com pastilhas de silício na província de Jiangsu, na China  • VCG via Getty Images
Compartilhar matéria

O BTG lançou na última quinta-feira (8) um fundo ligado ao mercado de semicondutores, matéria-prima que está em falta no mundo todo desde o início da pandemia do novo coronavírus.

Batizado de Reference Semicondutores FIM, ele replica o índice PHLX Semiconductor (SOX), listado na Nasdaq e composto por gigantes do setor, como Intel, Qualcomm, NVIDIA, Broadcom.

Somente no ano passado o índice teve valorização superior a 54%, a frente do desempenho da própria bolsa americana, que teve alta de 49%.

“É difícil, principalmente num mundo conectado como hoje, não ter a mão um produto sem semicondutores na composição, que é o principal componente dos chips, que estão presentes nos mais diversos aparelhos desde celulares, videogames até automóveis”, diz Will Landers, sócio e head de renda variável da BTG Pactual Asset Management.

“Investir em um ativo com essa demanda e valor agregado, e ainda atrelado a um mercado consolidado como o americano, pode ser uma excelente alternativa para quem busca fundos diferenciados”, conclui.

Trata-se de um fundo de estratégia multimercado, com gestão e administração da BTG Pactual Asset e distribuição exclusiva. O investimento mínimo é de R$ 100, com taxa zero de performance e 0,25% ao ano de administração.

Índice SOX

O PHLX Semiconductor Index (SOX) foi lançado em 1993 e aplica nas 30 principais ações da indústria de semicondutores (por classificação ICB) com base na sua capitalização.

Acompanhe Economia nas Redes Sociais