Durigan: Seis fintechs ligadas ao crime organizado movimentaram R$ 26 bi

Operação da PF também identificou uso de criptoativos para lavagem de dinheiro

Bernardo Caram, da Reuters
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O ministro da ​Fazenda, Dario Durigan, ​disse nesta quinta-feira (28) que uma operação organizada pela Receita Federal e outros órgãos identificou seis fintechs ligadas a organizações criminosas, que ⁠juntas movimentaram ​R$26 bilhões em quatro ​anos.

Em entrevista a jornalistas, Durigan ⁠afirmou que o ⁠governo seguirá buscando asfixiar ​financeiramente ‌o crime organizado, identificando ⁠engrenagens que abastecem essas organizações.

Deflagrada nesta quinta-feira, a Operação Fluxo Oculto ‌é um ⁠desdobramento ‌da Carbono Oculto e investiga esquema de adulteração de combustíveis ⁠com nafta ⁠e uso de fundos para ocultação patrimonial.

“As ‌investigações apontam que o sofisticado esquema engendrado pela organização criminosa, ao mesmo tempo que lavava ‌o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados lucros na cadeia ⁠produtiva de combustíveis”, informou a Receita em nota.

De acordo com ​Durigan, a operação também identificou ​o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro.

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