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    Eleição nos EUA: JPMorgan corta exposição a mercados emergentes

    A notícia de que Trump testou positivo para o coronavírus poderia trazer cautela pré-eleitoral do mercado, aponta o banco

    Fachada do banco JP Morgan
    Fachada do banco JP Morgan Foto: Stephanie Keith/Foto de arquivo/Reuters

    Da Reuters

    O JPMorgan disse nesta sexta-feira (2) que começou a reduzir a exposição a alguns ativos de mercados emergentes com a aproximação das eleições nos Estados Unidos, e previu que o iuan chinês pode enfraquecer menos do que o esperado se o atual presidente norte-americano, Donald Trump, garantir um segundo mandato na liderança da Casa Branca.

    A notícia de que Trump testou positivo para o coronavírus poderia trazer cautela pré-eleitoral do mercado, aponta o banco.

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    Isso vai acarretar uma redução na exposição à Ásia emergente e que, nos mercados locais, entrou em “rendimentos baixos”, ao mesmo tempo em que cortou títulos de dívida de maior rendimento, como os papéis do governo da Indonésia.

    Segundo o JPMorgan, começou a cortar as posições de câmbio dos mercados emergentes também e apresentou uma série de grandes oscilações para o iuan da China, dependendo do resultado das eleições nos Estados Unidos.

    “O cenário de vitória de Trump é o que preocupa os investidores em mercados emergentes, dado o histórico do presidente de ações tarifárias unilaterais e posições superlotadas”, escreveu um grupo de estrategistas de mercados emergentes do JPMorgan em nota a clientes.

    “Nosso julgamento é que o iuan pode enfraquecer menos do que o temido em um cenário de vitória de Trump, e níveis ao norte de 7,0 podem ser difíceis de sustentar.”

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