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Diretora do FMI alerta para efeito da IA em países avançados e emergentes

Segundo Kristalina Georgieva, cerca de 40% dos empregos são atingidos pela tecnologia

Isabella Pugliese Vellani, do Estadão Conteúdo
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A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou que 60% dos empregos em economias avançadas são tocados pela inteligência artificial (IA), enquanto o número cai para cerca de 25% em economias emergentes.

A declaração foi dada em painel no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, nesta terça-feira (20). Como resultado, em média, cerca de 40% dos empregos são atingidos pela tecnologia, segundo ela.

De acordo com Georgieva, países de baixa e média renda estão "muito atrás" em quatro categorias que avaliam o preparo das nações para lidar com a IA, que inclui: infraestrutura física, habilidades no mercado de trabalho, regulamentação e ética, e difusão (impacto real da IA na economia).

"Sem surpresas, no topo, temos um grupo muito pequeno, sendo o 'Top 3' com os EUA, Dinamarca e Singapura. No entanto, até nos países mais bem preparados, não acho que estamos preparados o bastante", acrescentou.

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