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    EUA: Biden defende que auxílio a desempregados seja prolongado em alguns estados

    Mercado de trabalho tem melhorado, com isso é possível continuar com apoio extra aos desempregados, previsto para 6 de setembro, diz Biden

    Foto: Reuters/Robert Galbraith

    Por Gabriel Bueno da Costa, do Estadão Conteúdo

     A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, e o secretário do Trabalho, Martin Walsh, enviaram carta a líderes de comitês do Senado e da Câmara sobre o fim de um seguro-desemprego emergencial.

    Na mensagem, o governo do presidente Joe Biden diz que o quadro no mercado de trabalho tem melhorado, com isso é possível levar adiante o encerramento do apoio extra aos desempregados, previsto para 6 de setembro.

    Em alguns Estados, porém, a administração federal diz que ainda faz sentido ajudar os desempregados por mais tempo, para dar a eles chance de se manter até conseguirem um trabalho.

    “A variante Delta também pode trazer desafios de longo prazo para as economias locais e os mercados de trabalho”, alerta a mensagem, referindo-se à cepa mais contagiosa da covid-19, que se dissemina pelo país.

    A carta lembra que o Plano de Resgate Americano alocou US$ 350 bilhões para governos estaduais e locais a fim de apoiar a resposta das comunidades à economia e lidar com os impactos econômicos.

    Agora, com Estados mais lentos na retomada, é possível usar parte dessa verba para cobrir os custos da assistência extra aos desempregados, diz o governo federal.

    O governo ainda anunciou uma verba adicional de US$ 47 milhões para ajudar serviços de apoio à volta ao trabalho no país.

    O presidente ainda recomenda que os Estados possam usar parte da verba do plano já aprovado com essa finalidade de ajudar mais pessoas a encontrar trabalho.