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    Federações defendem projeto que zera impostos federais para comércio, turismo e eventos no RS

    Batizado de Perse Gaúcho, texto de autoria do deputado Alceu Moreira busca preservar os empregos para 45 atividades

    PL abrange 45 atividades e sugere a isenção dos tributos pelos próximos cinco anos como forma de preservar os empregos.
    PL abrange 45 atividades e sugere a isenção dos tributos pelos próximos cinco anos como forma de preservar os empregos. Gustavo Mansur/Palácio Piratini

    Victor Irajá

    São Paulo

    Uma reunião realizada nesta segunda-feira (27) entre Fecomércio, Farsul, Federasul e Fiergs, representantes dos setores produtivos no Rio Grande do Sul, selou o apoio das quatro federações a um projeto de lei que zera quatro impostos federais para 45 atividades do comércio, turismo e eventos no estado.

    O texto, de autoria do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), abrange 45 atividades e sugere a isenção dos tributos pelos próximos cinco anos como forma de preservar os empregos.

    “Essa é uma catástrofe nunca antes vista e esses setores são muito importantes para a economia, mas são invisíveis. Alguém fez a luz e som numa festa, transportou e montou uma barraca”, diz Alceu Moreira à CNN.

    “Há uma gama de serviços interligados e não conseguem funcionar, são os últimos a se recuperar. O setor de eventos já tinha tido despesas, o evento acaba nao acontecendo. O recomeço é mais complicado do que para outros setores”, afirma.

    O deputado defende o período de cinco anos para a reestruturação do setor pelo projeto, comparado ao Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, o Perse, editado durante a pandemia de Covid-19.

    “É necessário dar condição e fôlego para recomeçar sem despesas todas. É um setor que se recupera devagar, sem a mesma amplitude. Demora mais para aquecer do que setores tradicionais da economia”, diz ele.

    Autor da proposta, o deputado articula com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a votação da urgência para a matéria. O requerimento para a apreciação do projeto conta com a assinatura de 415 dos 513 deputados federais.

    A relatoria ficará a cargo do deputado Pedro Westphalen (PP-RS). A expectativa de Moreira é de votar a urgência e o mérito até a semana que vem.