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    FMI parabeniza Ilan Goldfajn por eleição como presidente do BID

    Em nota, diretora-geral do Fundo destacou a importância do brasileiro na liderança de programas do organismo para apoiar países da América Latina

    Aline Bronzati, correspondente, do Estadão Conteúdo

    A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, parabenizou o economista Ilan Goldfajn por sua eleição como presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

    Em nota, ela destacou a importância do brasileiro na liderança de programas do organismo para apoiar países da América Latina.

    Antes de ser indicado como o candidato do Brasil para disputar a presidência do BID, Ilan era diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental, mas se licenciou do posto para disputar o pleito.

    Após ser eleito ontem como o novo presidente do banco, o brasileiro renunciou hoje ao cargo que ocupava no Fundo. Segundo Georgieva, a busca por seu sucessor começará “imediatamente”.

    “Estamos orgulhosos de Ilan e, embora tristes em despedir-nos, estamos entusiasmados em vê-lo no comando da instituição de desenvolvimento mais importante para a região que ele chama de lar. Desejamos a ele todo o sucesso em sua nova função”, disse a diretora-gerente do FMI, em nota à imprensa.

    Georgieva destacou ainda a atuação “fundamental” da liderança de Ilan, que ajudou países da América Latina a implementar programas apoiados pelo FMI para enfrentar “impactos de desafios compostos sem precedentes”.

    “llan também foi fundamental para moldar nosso diálogo de políticas sobre mudanças climáticas na região, o que resultou no primeiro Mecanismo de Resiliência e Sustentabilidade – uma base sobre a qual espero que continuemos a construir”, disse Georgieva.

    “Esperamos trabalhar com Ilan em sua nova função no BID na promoção de um crescimento sustentável, inclusivo e resiliente na América Latina e no Caribe”, concluiu.

    O brasileiro Ilan Goldfajn assumirá a presidência BID, com sede em Washington DC, a partir de 19 de dezembro, por um período de cinco anos. É a primeira vez que um brasileiro alça ao posto.