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    Governo buscará “soluções criativas” para reduzir impacto nos preços de energia ao RS, diz Silveira

    Ministro fala em 560 mil famílias, ou quase 2 milhões de pessoas, afetadas pela falta de luz no Estado depois das inundações

    Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira
    Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira 21/03/2024 - REUTERS/Callaghan O'Hare/Arquivo

    Reuters

    O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta sexta-feira (10) que o governo buscará “soluções criativas” para reduzir o impacto dos custos com energia elétrica à população do Rio Grande do Sul, gravemente afetada pelas enchentes.

    “Não há que se falar em cobrar energia das pessoas que estão literalmente em regiões alagadas”, disse o ministro em entrevista à CNN nesta sexta-feira.

    “O Estado está sofrendo economicamente (…) Precisamos de dimensionar os custos e, criativamente, se possível com recursos de eficiência energética, com recursos advindos superávit de Itaipu, dentro do próprio setor elétrico, buscar soluções criativas para diminuir também o impacto econômico dessa tragédia para o Rio Grande do Sul”, acrescentou.

    Segundo Silveira, 560 mil famílias, ou quase 2 milhões de pessoas, chegaram a ficar sem luz no Estado depois das inundações que começaram na semana passada, deixando milhares de pessoas desalojadas e mais de uma centena de mortes.

    Atualmente, cerca de 390 mil unidades consumidoras estão com os serviços de eletricidade interrompidos no Estado, segundo o último balanço da agência reguladora Aneel, divulgado na noite de quinta-feira (9).

    Para ajudar na recomposição da energia às cidades gaúchas, o ministro disse que 4 mil eletricistas estão atuando no Estado, e mais 2 mil ainda serão enviados.

    O ministro reiterou que a principal mobilização do governo federal neste momento é visando a proteção das pessoas e reconstrução do Estado.

    “Sem deixar de se preocupar com o custo dessas ações, mas a grande prioridade é a mobilização, então não estamos medindo sacrifícios nesse momento”, disse Silveira.