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    Governo central tem déficit primário de R$ 1,5 bi em março, pior que o esperado

    Resultado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, veio no mês passado pior que o saldo positivo de 1,522 bilhão de reais projetado por analistas em pesquisa da Reuters

    Notas de dinheiro na Casa da Moeda do Brasil
    Notas de dinheiro na Casa da Moeda do Brasil Casa da Moeda/Facebook/Reprodução

    Reuters

    O governo central registrou déficit primário de R$ 1,527 bilhãoem março, ante saldo negativo de R$ 7,083 bilhões no mesmo mês do ano passado, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (29).

    O resultado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, veio no mês passado pior que o saldo positivo de R$ 1,522 bilhão projetado por analistas em pesquisa da Reuters.

    Apesar de negativo, o resultado é o melhor para o mês desde março de 2021, quando houve superávit de R$ 2,468 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

    De acordo com o Tesouro, o déficit de março é fruto de uma alta real de 4,3% na despesa total, que atingiu R$ 165,387 bilhões, enquanto a receita líquida — que exclui transferências para governos regionais — teve crescimento real de 8,3%, a R$ 163,860 bilhões.

    Com o dado mensal, o resultado acumulado do primeiro trimestre ficou positivo em R$ 19,431 bilhões, abaixo do saldo positivo de R$ 31,209 bilhões observados no mesmo período de 2023.

    Em 12 meses, o governo central acumula déficit de R$ 247,4 bilhões, em valor corrigido pela inflação, equivalente a 2,2% do PIB.