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    Governo deve anunciar verba para reconstruir postes, fibras e antenas de celular no RS

    Operadoras de telefonia liberam sinal e oferecem internet para facilitar comunicação no estado

    Casas inundadas perto do rio Taquari após fortes chuvas na cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul
    Casas inundadas perto do rio Taquari após fortes chuvas na cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul 01/05/2024REUTERS/Diego Vara

    Cristiane Nobertoda CNN Brasília

    O governo federal deve anunciar recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para reconstruir redes, postes e centrais de equipamentos de internet e telefonia no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (8).

    O conselho do Fundo se reúne na tarde desta terça-feira (7) para definir qual valor será direcionado.

    Segundo informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), desde 1º de maio foi ativado o roaming entre Claro, Tim e Vivo em todos os municípios do RS impactados pelas fortes chuvas que assolam o estado.

    Além disso, as operadoras de telefonia celular abriram suas redes para roaming — serviço que permite a utilização de rede mesmo fora da cobertura da companhia — e estão oferecer internet gratuitamente para clientes pré e pós-pagos

    Ainda de acordo com a Agência, as prestadoras de telefonia fixa e de banda larga também reportaram dezenas de rompimentos em fibras ópticas, postes, centrais e equipamentos. Por isso, a Anatel está em contato com fabricantes para que providenciem materiais e insumos de forma emergencial.

    A Anatel montou um comitê para coordenar ações com as operadoras de telecomunicação em relação à situação emergencial de chuvas nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina desde o último dia 30 de abril.

    Sobre o Fust

    O fundo, criado por lei nos anos 2000, tem o objetivo de viabilizar recursos para a implantação de serviços do setor, em especial para a população mais pobre e que não possui acesso a serviços de grandes operadoras. A maioria dos projetos financiados são de provedores regionais de internet.

    As receitas do Fust vem da cobrança mensal de 1% sobre a receita operacional bruta das prestadoras de serviços de telecomunicações, contando os impostos.

    O Fust ainda recebe verbas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), limitado a R$ 700 milhões por ano, e do preço cobrado pela Anatel pela concessão ou pelo uso de radiofrequência.