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    Governo quer permitir que porcentual de mistura no diesel chegue a 25%, diz ministro de Minas e Energia

    Atualmente, legislação permite que essa mistura seja de apenas 15%

    Governo federal quer mudar a regulação atual do biodiesel
    Governo federal quer mudar a regulação atual do biodiesel Foto | Tauan Alencar

    Marcos Amorozoda CNN

    em Brasília

    Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, afirmou nesta quarta-feira (10) que o governo federal quer mudar a regulação atual do biodiesel para permitir que a mistura do diesel no combustível possa chegar a 25%.

    Atualmente, a legislação permite que essa mistura seja de apenas 15%.

    Segundo o ministro, a alteração deve tramitar por meio do projeto de lei do “Combustível do Futuro”, que já está no Congresso Nacional.

    “Vou reforçar o discurso que o presidente Lula já fez: Queremos que o biodiesel no Brasil seja o que é o petróleo na Arábia Saudita”, afirmou.

    A medida do “Combustível do Futuro” trata de diversos temas que convergem para a descarbonização da matriz energética de transportes, para industrialização do país, e para o incremento da eficiência energética dos veículos.

    O texto propõe a integração entre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), o Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística e o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE Veicular).

    A fala do ministro aconteceu durante a apresentação da proposta de decreto que reestrutura o Selo Biocombustível Social, no Ministério de Minas e Energia.

    No mesmo evento, Silveira defendeu novamente a necessidade de encontrar uma solução para a questão das tarifas de energia no Brasil. Para o ministro, os subsídios embutidos nas conta de luz penalizam os consumidores de energia.

    “É necessário que, de forma serena, se busque solução para a questão tarifária. Nos últimos seis anos, o setor elétrico braileiro virou uma colcha de retalhos e precisamos solucionar isso”, disse.

    Silveira citou, ainda, as restrições atuais para acesso ao mercado livre de energia elétrica. Atualmente, apenas grandes consumidores podem negociar nesse ambiente.