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    Governo vai avaliar programas sociais para reajuste fiscal, mas não penalizará os pobres, diz Lula

    Presidente destacou que nenhuma alternativa está descartada, mas garantiu que o governo não fará ajustes em cima dos pobres

    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que nenhuma alternativa está descartada, mas garantiu que o governo não fará ajustes em cima dos pobres
    Presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que nenhuma alternativa está descartada, mas garantiu que o governo não fará ajustes em cima dos pobres 17/04/2024 REUTERS/Luisa Gonzalez

    Estadão Conteúdo

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o governo está avaliando diversas alternativas para fazer o reajuste fiscal, dentre eles, se há “exagero” em alguns programas sociais.

    Ele destacou que nenhuma alternativa está descartada, mas garantiu que o governo não fará ajustes em cima dos pobres.

    “Não me venham querer que faça ajuste em cima das pessoas mais humildes”, disse, na manhã desta terça-feira (18) em entrevista concedida à Rádio CBN.

    E argumentou: “Nós estamos investigando se tem casos exagerados em alguns programas sociais, se tem abuso, sem tem gente recebendo o que não deveria.

    Tudo isso está sendo investigado para que a gente possa entregar uma proposta daqui a 22 dias para o Congresso Nacional.”

    E disse que está disposto a discutir desoneração não apenas com os congressistas, mas também com o empresariado.

    “Estou disposto a discutir, mas que a gente faça para que o povo mais humilde não seja o mais prejudicado”, acrescentou Lula, reiterando que tem divergência profunda e conceitual sobre o que é gasto e investimento.

    De acordo com o presidente, a equipe econômica irá apresentar a necessidade de cortes.

    E voltou às críticas: “As mesmas pessoas que falam que é preciso parar de gastar são as pessoas que tem R$ 646 bilhões em isenção, desoneração de folha.

    São os ricos que se apoderam de uma parte do orçamento do País e eles se queixam com o que está gastando com o povo pobre.

    Acabamos de aprovar a desoneração para 17 setores, qual é a contrapartida que esses grupos trazem para o trabalhador?”, indagou.

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