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    Márcio França critica modelo de privatização do Porto de Santos e diz ter conversado com Tarcísio sobre mudanças

    Ministro de Portos e Aeroportos ressaltou que governo Lula busca manter a autoridade portuária pública

    Marcio França, ministro de Portos e Aeroportos
    Marcio França, ministro de Portos e Aeroportos Sergio Dutti

    Matheus Meirellesda CNN

    São Paulo

    O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, criticou o modelo de privatização adotado pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro para conceder o Porto de Santos.

    Durante a Arko Conference, nesta segunda-feira (27), França destacou que pretende manter a autoridade portuária pública, privatizando setores e serviços específicos.

    Segundo ele, o assunto já foi tema de conversa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ex-ministro da Infraestrutura. “Eu conversei com o Tarcísio, e disse que esse era um dos piores equívocos do governo passado no ponto de vista logístico, imaginar que era possível fazer a venda da autoridade portuária”.

     

    O ministro destacou que, aparentemente, o governo Bolsonaro apostou na privatização e não gerou nenhuma melhoria. “O Porto de Santos tem R$ 2 bilhões guardados no caixa, é inexplicável. Quem frequenta, sabe que a aparência é de que não tivesse nenhum centavo. É como se eu tivesse um carro usado, deixasse ele ficar nas últimas para vendê-lo. Aí evidentemente ele vai custar um pouco mais barato”, afirmou.

    Segundo França, outros modelos de parceria privada são estudados para gerar melhorias no Porto de Santos.