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    Ibovespa fecha em leve alta, de 0,4%, e dólar sobe a R$ 4,85, atentos a votações

    Marco fiscal, reforma tributária e futuro do Carf estão em debate em semana cheia na Câmara dos Deputados e o Senado

    Movimento marca o retorno dos volumes de negociação nos Estados Unidos
    Movimento marca o retorno dos volumes de negociação nos Estados Unidos Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

    Da CNN*da CNN São Paulo

    O dólar subiu 0,24% ante o real, e fechou esta quarta-feira (5) cotado a R$ 4,851, no terceiro dia seguido de alta.

    O Ibovespa encerrou o pregão com avanço de 0,4%, aos 119.549,21 pontos, em dia de agenda política movimentada em Brasília e também dos Estados Unidos, que, na volta do feriado de 4 julho, teve, nesta quarta, a aguardada divulgação da ata do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA.

    Por aqui, a agenda política segue no radar dos investidores, que seguem atentos às novidades sobre a tramitação da reforma tributária, do projeto que devolve ao governo o voto de desempate nas decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e da proposta do novo arcabouço fiscal.

    Lideranças de partidos do centrão na Câmara dos Deputados ouvidas pela CNN afirmaram que articulam nos bastidores a possibilidade de não votarem, essa semana, o projeto de lei do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) e as alterações feitas pelos senadores no marco fiscal.

    A justificativa é a insatisfação no relacionamento com o Palácio do Planalto, em especial com a Secretaria de Relações Institucionais (SRI).

    A reforma tributária também segue na pauta do mercado. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o calendário inicial de votação da proposta está mantido. Ou seja, ele pretende iniciar a apreciação do texto no plenário até sexta-feira (7).

    Na reta final antes da votação, articuladores do texto tentam alinhar pontos da proposta que trazem divergências, e parte das “trincheiras” se concentram nos governadores estaduais.

    *Com informações de agência Reuters