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    Não haverá importação de outros produtos além do arroz, diz presidente da Conab

    Produto deve chegar entre 45 e 60 dias nos supermercados; novo leilão será realizado

    De acordo com a Conab, 300 toneladas de arroz equivalem ao consumo em todo o país por 15 dias
    De acordo com a Conab, 300 toneladas de arroz equivalem ao consumo em todo o país por 15 dias Pixabay

    Cristiane Nobertoda CNN Brasília

    O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, descartou a importação de novos produtos agrícolas além do arroz. Segundo ele, a perspectiva de colheita de outros insumos é boa para este ano.

    “A importação de arroz é justamente pela necessidade. […] Não está no nosso horizonte para outros produtos, mas vamos observar o mercado”, disse Pretto em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6).

    Na ocasião, Pretto também anunciou um novo leilão para as 36 mil toneladas restantes para compra de arroz que não foram adquiridas no certame desta quinta. O governo comprou 263 mil toneladas por R$ 25 o saco de 5kg, e será repassado ao consumidor final por R$ 20.

    O presidente da companhia ainda pontuou que o produto deverá estar nos supermercados entre 45 ou 60 dias. Ele reforçou que o arroz conta com uma embalagem para evitar que empresários aumentem os preços ao consumidor.

    “Não podemos permitir que alguém se aproveite deste momento para ganhar dinheiro dos consumidores utilizando dinheiro público”, disse.

    O diretor-executivo de operações e abastecimento da Conab, Thiago José dos Santos, pontuou que o arroz poderá ser comprado por todo o comércio e que a Companhia vai fazer a logística diretamente aos pequenos varejistas e em leilões para atacarejos e grandes mercados.

    Mensalmente serão disponibilizados 5 mil quilos para pequenos varejos e 30 mil quilos para os grandes.

    De acordo com a Conab, 300 toneladas de arroz equivalem ao consumo em todo o país por 15 dias.

    A companhia ainda garante que não há nenhum risco de inundar o mercado com o arroz importado, pois a entrada deste produto é para regularizar a falta de produto no Brasil.