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Parte de importações globais estão isentas da nova tarifa de Trump; entenda

Neste sábado (21), Trump escreveu na rede social Truth Social que aumentou a tarifa global de 10% para 15% após decisão da Suprema Corte dos EUA contrária às medidas impostas por ele sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês)

Max Saltman, da CNN
Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington
Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington  • REUTERS/Nathan Howard
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O novo anúncio de tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em resposta à decisão da Suprema Corte de sexta-feira (20), inclui exceções: algumas importações do Canadá, México e alguns outros países da América Latina.

Neste sábado (21), Trump escreveu na rede social Truth Social que aumentou a tarifa global de 10% para 15% após decisão da Suprema Corte dos EUA contrária às taxas impostas por ele sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês).

Uma declaração informativa da Casa Branca, divulgada juntamente com a tarifa inicial de 10%, afirma que as importações abrangidas pelo acordo entre Estados Unidos, México e Canadá (USMCA, na sigla em inglês) estão protegidas do imposto, assim como "artigos têxteis e de vestuário" da República Dominicana, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Guatemala e Nicarágua.

Há outras exceções listadas também, incluindo isenções para veículos de passageiros, produtos agrícolas, eletrônicos e certos metais e minerais.

No entanto, isso não significa que o México e o Canadá estejam isentos de tarifas. Alguns dos produtos isentos do imposto de 15% já estão sujeitos a tarifas que Trump impôs por motivos de segurança nacional sob a Seção 232 – incluindo impostos sobre madeira, aço, alumínio, carros e autopeças.

Na sexta-feira (20), o premiê de Ontário, Doug Ford, que frequentemente troca farpas e ameaças com Trump sobre comércio, prometeu continuar "lutando até que a última tarifa contra o Canadá seja retirada".

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