Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem, mas guerra gera alerta

Solicitações permanecem em uma faixa de 201 mil a 230 mil este ano, consistente ‌com o ⁠que economistas descrevem como um mercado de trabalho de "baixa contratação e baixa demissão"

da Reuters
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Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos ​Estados Unidos caíram na semana ​passada em meio a poucas demissões, sugerindo que as condições do mercado de trabalho permaneceram calmas em março, embora economistas tenham alertado que uma guerra prolongada no Oriente Médio representa risco negativo.

Os pedidos ⁠iniciais de ​auxílio-desemprego caíram em 9 mil, para 202 mil em ​dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em ⁠28 de março, informou ⁠o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (2).

​Economistas ‌consultados pela Reuters previam 212 mil pedidos para a ⁠última semana.

Os pedidos permanecem em uma faixa de 201 mil a 230 mil este ano, o que é consistente ‌com o ⁠que os ‌economistas descrevem como um mercado de trabalho de "baixa contratação e baixa demissão".

Eles atribuíram a estagnação ⁠do mercado de trabalho ⁠à incerteza persistente causada pelas tarifas de importação agressivas do ‌presidente dos EUA, Donald Trump.

A economia dos EUA abriu apenas 18 mil empregos fora do setor agrícola em média por mês nos três meses até ‌fevereiro.

A redução da oferta de mão de obra devido à política de imigração linha-dura do ⁠governo Trump também está prejudicando o crescimento do emprego, disseram economistas.

A guerra entre os EUA e ​Israel contra o Irã, que já dura um mês, ​também acrescentou outra camada de incerteza para as empresas. Na quarta-feira (1º), Trump prometeu ataques mais agressivos contra o Irã.

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