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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm leve alta

Pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 1.000 na semana encerrada em 17 de janeiro, para um número ajustado sazonalmente de 200 mil, informou o Departamento do Trabalho

Reuters
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O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou menos do que o esperado na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho manteve um ritmo estável de crescimento de empregos em janeiro.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 1.000 na semana encerrada em 17 de janeiro, para um número ajustado sazonalmente de 200 mil, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (22). Economistas consultados pela Reuters previam 210 mil pedidos para a última semana.

Os desafios para ajustar os dados às flutuações sazonais em torno da temporada de festas de fim de ano e da virada do ano causaram ruídos nos dados de pedidos de auxílio-desemprego nas últimas semanas. Mas, em meio à volatilidade, o mercado de trabalho permaneceu no que os economistas e as autoridades chamam de estado de "baixa contratação e baixa demissão".

Economistas dizem que as políticas agressivas de comércio e imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reduziram tanto a demanda quanto a oferta de trabalhadores. As empresas também não têm certeza das necessidades de equipe, pois investem pesadamente em inteligência artificial, limitando as contratações.

Os dados de auxílio abrangeram o período durante o qual o governo entrevistou os empregadores para o relatório de emprego de janeiro. Foram abertas em dezembro 50 mil vagas de trabalho, praticamente em linha com a média mensal de 2025.

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