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    Setor hoteleiro espera ocupação total da rede durante Rock in Rio

    Hotéis Rio projeta que todos os 52 mil quartos disponibilizados estarão reservados para o festival

    Stéfano Sallesda CNN no Rio de Janeiro

    O setor turístico do Rio de Janeiro espera 100% de lotação na rede hoteleira entre os dias 2 e 12 de setembro, período em que será realizada a nona edição do Rock in Rio, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. A projeção é do Sindicato Patronal de Todos os Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (Hotéis Rio).

    De acordo com a estimativa, os cerca de 52 mil quartos da rede hoteleira carioca estarão ocupados no período, quando se revezarão pelo Palco Mundo, o principal do festival, atrações como Iron Maiden, Guns N’Roses, Post Malone, Dua Lipa, Coldplay, Ivete Sangalo, Alok, Justin Bieber e Sepultura.

    Presidente do Hotéis Rio, Alfredo Lopes explica que a instituição já tem dados sobre as presenças de turistas de 21 países. A expectativa é de cerca de 360 mil visitantes vindos de outros estados brasileiros e 10 mil do exterior.

    “A nossa expectativa foi feita frente as ocupações do Réveillon e das férias do meio de ano. As pessoas estão ávidas por sair de casa. O Rock in Rio é um grande evento mundial e vai marcar a volta do turismo internacional. Uma vez que, até aqui, estávamos com um turismo que tinha uma base formada apenas com visitantes brasileiros”, avalia Lopes.

    O empresário enfatiza que essa é apenas a parcela da hotelaria no festival, e que visitantes ficarão abrigados também em outros tipos de espaços.

    Em maio, a organização do festival anunciou que a estrutura criada para o Palco Mundo terá quase 200 toneladas de aço, o suficiente para a produção de 200 veículos. O palco será o maior da história do evento, iniciado em 1985. Ele terá 30 metros de altura, o equivalente a um edifício de 10 andares, e 104 metros de largura.

    A nona edição do Rock in Rio estava prevista para 2021, mas acabou adiada para setembro de 2022 por conta da pandemia do novo coronavírus.

    A emergência sanitária provocou também o adiamento da edição portuguesa do festival, que seria em junho de 2021 e foi realizada no mesmo mês de 2022, em Lisboa.