Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    Redes sociais são usadas por 65% dos brasileiros para compras online, revela pesquisa

    Forma é majoritariamente utilizado pelas gerações Z e Millennials

    Tela de celular com aplicativos e redes sociais
    Tela de celular com aplicativos e redes sociais Pixabay

    Maria Luiza Araujoda CNN*

    As redes sociais são utilizadas por 65% dos brasileiros na hora de fazer compras online, segundo pesquisa realizada pela Adyen, companhia de tecnologia de pagamentos para grandes empresas, cedida com exclusividade à CNN.

    Embora apenas 29% dos varejistas ofereçam social commerce — como a modalidade é conhecida —, o levantamento mostra que as mídias digitais têm ganhado cada vez mais espaço, sobretudo nas gerações mais novas. 

    De acordo com o Relatório Varejo 2024 da Adyen, a modalidade é majoritariamente usado pelas gerações Z (entre 16 e 26 anos) e Millennials (entre 27 e 42 anos), com 72% de aderência cada. 

    Instagram lidera preferência

    A pesquisa ainda mostra que o Instagram lidera a preferência dos consumidores, com 61% dos entrevistados. Facebook (52%) e TikTok (19%) aparecem na sequência.

    Renato Migliacci, vice-presidente de vendas da Adyen Brasil, explica que as redes sociais possuem anúncios mais direcionados ao seu público, baseados em dados de comportamento e, por isso, a apresentação dos produtos e serviços é feita de forma mais contextual. 

    “As empresas que estão tirando mais vantagem disso são as que não só fazem uma boa segmentação de marketing, como também permitem uma experiência de compra fluida e segura a partir desses canais”, diz Migliacci. 

    Aumento das receitas

    Além disso, com o uso cada vez maior das redes sociais para compras online, o mercado do varejo ganha uma oportunidade para se expandir.

    Segundo a pesquisa da Adyen, 84% dos varejistas que implementaram o social commerce como uma das modalidades de venda relataram crescimento de receita. 

    Atualmente, os setores com maior adoção da medida são empresas de eletrônicos (38%), beleza e saúde (33%) e produtos variados (36%). 

    *Sob supervisão de Gabriel Bosa