S&P e Nasdaq sobem com divulgação de balanços corporativos

Na quarta (28), há também o anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve

Da CNN Brasil*
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Os principais índices acionários de Wall Street operam sem uma direção única nesta terça-feira (27).

Por volta das 13h25, pelo horário de Brasília, o Dow Jones perdia 0,64%, a 49.095 pontos, pressionado por uma queda de mais de 18% na UnitedHealth depois que o governo do presidente Donald Trump apresentou apenas um aumento modesto nas taxas de pagamento da seguradora Medicare.

O índice de tecnologia Nasdaq ganhava 1,01%, a 23.840 pontos. E o S&P 500 valorizava 0,53%, a 6.986 pontos.

O mercado analisa uma série de balanços de empresas divulgados mais cedo.

A Boeing teve lucro líquido de US$ 8,22 bilhões no quarto trimestre de 2025 e as ações subiam pouco mais de 1%.

A General Motors (GM) teve lucro por ação superior às estimativas de analistas consultados pela FactSet e os papéis subiam pouco mais de 8%.

A United Parcel Service projetou receita maior para 2026 e as ações subiam mais de 4%. A concorrente FedEx tinha alta de mais de 2%.

A American Airlines registrou lucro líquido de US$ 99 milhões no período, abaixo da projeção de analistas consultados pela FactSet, e os papéis caíam quase 3%.

E a divulgação dos resultados da Meta, Microsoft, e Tesla, três das "Sete Magníficas", acontece na quarta-feira (28).

Além disso, a confiança do consumidor dos Estados Unidos se deteriorou inesperadamente em janeiro, caindo para o nível mais baixo desde 2014, em meio à crescente ansiedade em relação aos preços altos e a um mercado de trabalho lento, de acordo com o Conference Board nesta terça (27). O índice de confiança do consumidor caiu 9,7 pontos neste mês, para 84,5. Economistas consultados pela Reuters previam leitura de 90,9.

Na quarta (28), há também o anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve (o banco central dos EUA). No geral, a expectativa é de que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas.

No radar, continua em aberto o risco de uma paralisação parcial do governo dos EUA, antes do prazo final de 30 de janeiro para financiar o Departamento de Segurança Interna (DHS, da sigla em inglês) e outras agências federais, à medida que um tiroteio envolvendo agentes federais em Minneapolis intensificou a investigação sobre a repressão à imigração promovida por Trump.

O líder do Partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou que o partido vai se opor a qualquer legislação que inclua financiamento para o DHS, a menos que restrições sejam impostas à fiscalização da imigração.

*Com informações da Reuters

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