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    Meta vai lançar assinatura para ser “verificado” no Facebook e Instagram

    Serviço será testado inicialmente nesta semana na Austrália e Nova Zelândia; usuários já verificados nas redes sociais não serão afetados

    Ilustração fotográfica com os ícones do Facebook e Instagram
    Ilustração fotográfica com os ícones do Facebook e Instagram Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images (28.ago.2022)

    Ramishah Marufda CNN

    A Meta está testando um serviço de assinatura que permitirá aos usuários do Instagram e do Facebook pagarem para serem verificados, anunciou Mark Zuckerberg no domingo (19) pelo Instagram.

    “Meta Verified” começará custando US$ 11,99 por mês na web ou US$ 14,99 por mês no iOS. A Meta começará os testes esta semana na Austrália e na Nova Zelândia, expandindo posteriormente o serviço “em mais países em breve”.

    O serviço também vem com outras vantagens: proteção extra contra contas falsas e acesso direto ao suporte ao cliente.

    Para evitar contas falsas, os clientes que desejam obter o selo azul precisam fornecer uma identificação do governo que corresponda ao nome e à foto do perfil. Os usuários também devem ter mais de 18 anos para serem elegíveis.

    “Esse novo recurso visa aumentar a autenticidade e a segurança em nossos serviços”, escreveu Zuckerberg, em um canal de transmissão do Instagram.

    Em comunicado, a Meta esclareceu que não haverá alterações nas contas já verificadas. Anteriormente, a verificação era para usuários “autênticos e notáveis”.

    “Estamos evoluindo o significado do selo azul para focar na autenticidade, para que possamos expandir o acesso de verificação a mais pessoas”, disse um porta-voz da Meta. 

    “Exibiremos a contagem de seguidores em mais lugares para que as pessoas possam distinguir quais contas são figuras públicas notáveis ​​entre contas que compartilham o mesmo nome.”

    Meta se junta a outras plataformas, como Discord, Reddit e YouTube, que possuem seus próprios modelos baseados em assinatura.

    O Twitter relançou seu próprio serviço de assinatura de verificação, o Twitter Blue, em dezembro, depois que um surgimento de contas falsas “verificadas” o forçou a retirar o recurso. 

    As opções de marca de seleção agora têm cores diferentes para diferenciar as contas: cheques dourados para empresas, cheques cinzas para entidades governamentais e outras organizações e cheques azuis para pessoas físicas, sejam elas celebridades ou não.

    O Twitter Blue custa US$ 11 por mês para assinantes de iOS e Android, parte da tentativa do proprietário Elon Musk de aumentar seu negócio de assinaturas depois de comprar a plataforma por US$ 44 bilhões.

    (Clare Duffy, da CNN, contribuiu para esta reportagem)

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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